sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Conselhos para reduzir a fraqueza e o cansaço

A fraqueza e o cansaço ao acordar, podem estar sendo causados por maus hábitos que temos todos os dias e que talvez não estejamos conscientes, este conselhos te ajudarão a identificar aqueles hábitos que você deve melhorar para reduzir este problema.
  • Durma bem todas as noites, o recomendado é dormir ao menos 8 horas por dia sem interrupções.
  • Mantenha uma dieta equilibrada e saudável.
  • Beba ao menos dois litro de água por dia.
  • Faça uma rotina de exercícios de pelo menos meia hora.
  • Faça intervalos durante o trabalho e descanse principalmente em situações estressantes.
  • Evite o consumo de álcool, nicotina, drogas e bebidas energéticas.
  • Consulte o médico para descartar anemias, diabetes, hipoglicemia e/ou outras doenças que podem ser a causa da fraqueza e do cansaço.
  • Evite comer açúcar branco e/ou refinado, pois ele é nocivo para o sistema nervoso e consequentemente leva à depressão e ao cansaço extremo.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Quantas xícaras de café podem te matar?

Cientistas calcularam quando você pode ter uma overdose de café


Quantas xícaras de café podem te matar? Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação
Café para acordar, café quando chega no trabalho, café enquanto espera uma entrevista, café depois do almoço, café no meio da tarde, café enquanto lê. Se você é viciado na bebida, preste atenção para não extrapolar a quantidade — e acabar morrendo de overdose de café.
A dose letal de cafeína, dizem especialistas, é cerca de 150 miligramas de cafeína por quilo de seu corpo. Então, se você for, por exemplo, uma mulher com cerca de 70 quilos, você teria de ingerir 14 mil miligramas de cafeína.
Esta quantidade equivale a cerca de 70 xícaras de café — que teriam de ser tomadas de uma só vez para que a toxicidade tenha efeito.
No entanto, estudos comprovam que a ingestão não exagerada de café pode trazer inúmeros benefícios para a saúde, como: menor incidência de zumbido no ouvidoredução do risco de câncer de fígado prevenção de doenças.

Juiz é acusado de matar a companheira que conheceu pela internet e com quem passou a viver em janeiro

Eclache Filho está preso no Palácio da Polícia Civil, em Porto Alegre, depois da morte da economista Madalena Dotto Nogara


Juiz é acusado de matar a companheira que conheceu pela internet e com quem passou a viver em janeiro Jean Pimentel/Agencia RBS
Polícia realizou reconstituição do crime no último dia 25 de agostoFoto: Jean Pimentel / Agencia RBS
Durante décadas, incontáveis réus foram para a cadeia pelo pulso firme do juiz Francisco Eclache Filho, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Quatro anos após se aposentar e longe dos tribunais mineiros, o magistrado é quem foi para atrás das grades.
Eclache Filho está preso preventivamente no Palácio da Polícia Civil, em Porto Alegre, acusado de matar com quatro tiros a companheira, a economista Madalena Dotto Nogara, ex-secretária de Finanças e da Indústria de Restinga Seca, na região central do Estado, a 277 quilômetros da Capital.
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O assassinato que sacudiu a cidade de 16,3 mil moradores ocorreu em 22 de julho, 54 dias após o casal oficializar a união estável, fruto de um flerte pela internet. O motivo do crime: uma suposta crise de ciúmes que ele sentia em relação a ela, 10 anos mais jovem.
Aos 65 anos, o juiz é um dos 13 ocupantes (outros 10 policiais civis e dois agentes penitenciários) da carceragem da Polícia Civil. Aparenta tranquilidade, fala pouco e evita entrevistas. Dorme em um alojamento individual, assim como os demais presos. Tem de arrumar a cama e lavar a própria roupa em um tanque. Recebe a mesma comida dos outros presos, fornecida pelo Estado e preparada por um dos policiais detidos. Tem acesso a livros, revistas, jornais e TV.
Os caminhos de Eclache Filho e de Madalena se cruzaram virtualmente em meados de 2013. Aposentada, mãe – deixou uma filha de 32 anos – e avó, ela dedicou seu tempo ao trabalho e à família. Aos 55 anos, sem jamais ter se casado, Madalena sentia falta de um companheiro. E encontrou Eclache Filho – divorciado, dois casamentos – por uma rede social. O namoro era por câmeras de vídeo distantes 2 mil quilômetros – o juiz morava em Manhumirim, pequena cidade na Zona da Mata, em Minas Gerais. Conheceram-se em outubro e, em janeiro, Eclache Filho desembarcou as malas em Restinga Seca. Um mês antes do crime, buscou em Minas um revólver calibre 38 – uma das 14 armas registradas no nome dele.
Advogado sustenta legítima defesa
Na versão sustentada por Ramon D'Avila Prottes Soares, um dos advogados do juiz, o assassinato de Madalena teria sido uma reação em legítima defesa.
O criminalista evita discorrer sobre sua tese, alegando questões éticas, mas garante que o magistrado não teve intenção de matar a mulher. Afirma que o juiz não bebia em exagero e também não sentia ciúmes da mulher, como afirma o inquérito policial.
– Ele está muito abalado, tentando entender o que aconteceu – resume Prottes Soares.
O advogado assegura que não houve premeditação e que seu cliente não estaria fugindo do local do crime quando se acidentou na BR-101, em Capão da Canoa, no Litoral Norte:
– Ele estava com receio de se apresentar em Restinga Seca e decidiu se entregar ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Nesse ínterim, sofreu um acidente.

-Francisco Eclache Filho sentiria ciúme doentio de Madalena Dotto Nogara
Fotos: Arquivo pessoal/Reprodução
Na semana passada, Eclache se negou a participar de uma reconstituição do crime, e o Tribunal de Justiça do Estado já rejeitou dois pedidos de habeas corpus para libertá-lo.
Presentes, ciúme e "quatro tiros acidentais"
O juiz aposentado Francisco Eclache Filho não economizou para agradar Madalena Dotto Nogara. Para que ela esquecesse um Fusca velho, presenteou-a com um Uno Vivace novo.
Mandou reformar a casa da família e comprou um terreno em Restinga Seca para construir uma nova moradia. Em 29 de maio, o casal celebrou a união estável em um cartório diante de duas testemunhas. Culto e educado, Eclache Filho conquistava a comunidade. Na intimidade, contudo, nutria forte ciúme, embalado pelo consumo de álcool, segundo o inquérito policial.
– A situação se agravou em razão da ingestão de bebidas. Tinha sentimento de posse em relação à vítima, restringiu contatos com pessoas e a obrigou a excluir o perfil no Facebook – afirma o promotor Sandro Marones, autor da denúncia à Justiça por homicídio triplamente qualificado.
Em 9 de julho, Madalena comemorou 55 anos, em casa, sem festa. Na noite do crime, 22 de julho, a relação estaria estremecida. Conforme denúncia do Ministério Público, o juiz tomou providências para evitar receber visitas – teria pego as chaves do portão eletrônico da garagem da casa da filha de Madalena, impedindo que ela saísse de casa, distante 10 quadras.
Com um revólver calibre 38, ele disparou quatro vezes em Madalena – na cabeça, peito e costas. Chovia forte. No quarto ao lado, a mãe da vítima, de 92 anos, acamada, e com problemas de audição, nada percebeu.
Depois, o juiz teria arrancado fios do telefone, pegado o Uno e fugido. Pretendia ir para Minas, mas por volta das 7h do dia seguinte, caiu em um barranco na BR-101, em Capão da Canoa, no Litoral Norte. Um morador da região apareceu, chamou a Polícia Rodoviária Federal e atendeu ao celular do juiz. Ouviu alguém dizer que o juiz tinha matado uma mulher e avisou os policiais rodoviários.
Na Delegacia da Polícia Civil de Osório, o juiz confessou o crime ao delegado Gustavo Brentano. Alegou que os tiros foram acidentais, enquanto ensinava a mulher a manusear o revólver, a pedido dela.
– Para o MP, essa versão é uma falácia. A não ser que a vítima fosse o próprio alvo – afirma o promotor Marones.
Surpresa em Minas Gerais
A prisão por assassinato do juiz aposentado Francisco Eclache Filho causou perplexidade entre amigos em Minas Gerais.
– Ele foi um dos melhores juízes que passou por aqui. Era correto, justo e imparcial, um sujeito muito respeitado – lembra o advogado João Carlos da Fonseca Chaves, de Conselheiro Lafaiete, cidade mineira da região do Alto Paraopeba, onde o juiz atuou por 14 anos.
Nascido em Arapoti, no norte do Paraná, Eclache Filho cursou Direito e advogou em São Paulo. Depois, mudou-se para Minas, onde foi promotor de Justiça, e logo ingressou na magistratura. Implacável contra a corrupção, condenou um prefeito por improbidade administrativa e, em outro momento, suspendeu o recolhimento de IPTU, ordenando a revisão do tributo.
– Foi uma tragédia. Ele tem uma vida profissional irrepreensível. Infelizmente, fora do trabalho, tinha problemas com o álcool – conta a advogada Rossana Nery, ex-aluna de Eclache Filho.

Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Doença responde por 15% dos cânceres que afetam os homens; 10 porções de tomate por semana reduz o risco em 20%


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Benefício anticancerígeno pode vir do licopeno, antioxidante que pode proteger contra danos nas células e no DNA
Homens que consumirem mais de dez porções de tomate por semana podem reduzir em 20% os riscos de câncer de próstata, indicou um estudo feito por pesquisadores britânicos.
O estudo, realizado em colaboração entre as universidades de Cambridge, Oxford e Bristol, analisou a alimentação e o estilo de vida de cerca de 20 mil britânicos com idade entre 50 e 69 anos.
Os pesquisadores verificaram que aqueles que consumiam mais de dez porções de tomate por semana – na forma de saladas de tomate fresco ou suco de tomate, por exemplo – reduziram em 18% o risco de câncer de próstata.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Casal morre em acidente na BR-232.

Um carro capotou no quilômetro 105 da BR-232, na noite do último sábado (23) no município de Bezerros, no Agreste pernambucano, e fez duas vítimas fatais. Seis pessoas viajavam no veículo que seguia em direção a Caruaru. As vítimas foram identificadas como Jamilly Dantas, de 25 anos e Rafael Ferraz, de 31 anos. Um deles faleceu no local do acidente, o outro chegou a ser socorrido, mas não resistiu. As outras quatro pessoas que estavam no veículo não sofreram ferimentos.
grupo voltava de um casamento em Gravatá. Segundo informações preliminares da Polícia Rodoviária Federal, uma das vítimas foi arremessada para fora do veículo. Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) do município de Caruaru.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Brasileiros transformam caixa d'água em miniusina hidrelétrica



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No que depender de dois engenheiros brasileiros, você poderá usar em um futuro próximo a sua caixa d'água para gerar eletricidade para sua casa. Jorgea Marangon e Mauro Serra criaram a UGES (Unidade Geradora de Energia Sustentável), que poderia ser utilizada em qualquer caixa d'água, independente do tamanho.

Na prática, a UGES funciona como uma miniusina hidrelétrica na sua casa. O sistema usa a pressão da água que vem da rua para abastecer a caixa para geração de energia.

“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explica o inventor Mauro Serra.

Os criadores, no entanto, afirmam que todo o sistema é autossustentável. Isso significa que é necessária apenas a circulação de água para geração, armazenamento e distribuição de energia. Só não é recomendável usar a energia para os aparelhos domésticos de alto consumo como secadores e chuveiros.

O projeto já está patenteado e deve chegar ao mercado em pouco tempo. Os criadores não confirmam com exatidão a capacidade de produção de energia do sistema, porque isso depende do tamanho da caixa. Porém, eles acreditam que é possível aplicar a UGES em uma sistema de abastecimento municipal para criar energia suficiente para abastecimento da rede de iluminação pública.
Via Ciclovivo

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Gambiarras elétricas são comuns: conheça os riscos e elimine-as



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    A sobrecarga de tomadas é comum: verifique sempre a voltagem e a amperagem
    A sobrecarga de tomadas é comum: verifique sempre a voltagem e a amperagem
Em 2013, segundo dados da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), 592 pessoas morreram em decorrência de choques elétricos no Brasil. A entidade, contudo, diz que esse número reflete somente uma parcela dos acidentes de origem elétrica que acontecem no país. Estima-se que o número seja de quatro a cinco vezes maior.
Grande parte desses incidentes poderia ser evitada se as "gambiarras" elétricas fossem erradicadas. O UOL Casa e Decoração elencou alguns dos perigos a que as pessoas se sujeitam no dia a dia e consultou especialistas que indicaram as consequências do descaso com a rede elétrica e deram dicas de como deixar sua casa mais segura. Acompanhe!
Erros de elétrica, suas consequências e soluções
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    Deixar fios soltos e desarrumados
    Fios soltos e extensões espalhadas por cômodos e garagens não são raros e podem provocar acidentes: quedas de pessoas, choques e incêndios (quando o condutor de cobre está exposto). "Os fios elétricos devem estar sempre dentro de conduítes ou caixinhas. Em hipótese alguma eles devem ser deixados soltos por aí", alerta o engenheiro eletricista Hilton Moreno, consultor do Programa da Casa Segura.Foto: Getty Images
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    Usar benjamins indiscriminadamente
    O uso do 'T' ou benjamim é temerário: "Quando se usa o pino multiplicador, a probabilidade de se instalar equipamentos que ultrapassem a potência máxima da tomada é bem maior", diz o engenheiro Júlio Fonseca. O erro é achar que, com o benjamim, a capacidade da tomada se multiplica. A recomendação é utilizar esses dispositivos somente para ligar aparelhos de cargas baixas como TV, rádio ou abajur.Foto: Getty Images
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    Sobrecarregar a tomada com réguas e filtros de linha
    O cuidado com os benjamins, vale para as réguas e os filtros de linha. "Evite sobrecarregar as tomadas, ligando nas réguas apenas aparelhos de baixa potência, como carregadores de celular, notebooks e roteadores", recomenda o eletricista Antônio Pinho. Se você tem uma régua com quatro saídas, lembre-se que cada uma delas deve ligar um eletro que exija, no máximo, 1/4 da capacidade total da tomada.Foto: Getty Images
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    Deixar de instalar o Dispositivo Diferencial-Residual (DR)
    Instalado no quadro de luz, o DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas não detectáveis pelo disjuntor, mas que podem causar choques. Embora seja de uso obrigatório desde de 1997, o DR nem sempre é usado em residências, em especial, nas construções informais. A boa notícia é que o DR, tão importante para evitar acidentes fatais, custa menos de R$ 100 e é fácil de instalar.Foto: Getty Images
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    Não realizar o aterramento
    O fio terra protege contra choques elétricos e é de uso obrigatório. Só que muitas vezes as pessoas acabam inutilizando o fio terra dos aparelhos ou não instalam um sistema de aterramento na residência. O fio terra deve ser instalado em todas as tomadas e pontos de energia da casa. "O dispositivo DR e o aterramento são equivalentes ao cinto e ao airbag em um carro", afirma Hilton Moreno.Foto: Getty Images
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    Não ter tomadas de uso exclusivo
    Uma gambiarra corriqueira é a instalação de um equipamento de alta potência, como ar condicionado ou torneira elétrica, sem as adequações do sistema elétrico. O engenheiro Júlio Fonseca explica que tais aparelhos devem ter circuitos exclusivos: "Quando isso não ocorre há possibilidade de interrupção do fornecimento de energia do circuito ou, em casos extremos, há risco de sobrecarga e incêndio".Foto: Getty Images
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    Manter as instalações em desordem
    A bagunça dentro das caixinhas de elétrica é outro problema comum nas casas brasileiras. Os aparelhos não deixam de funcionar por causa disso, mas é importante lembrar que a desordem pode diminuir a eficiência da rede. Além disso, cabos elétricos e caixinhas não são eternos e precisam ser substituídos ao fim de sua vida útil, o que acontece, em média, após vinte anos de uso.Foto: Getty Images
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    Não fazer manutenção preventiva
    Qualquer imóvel com mais de dez anos precisa passar por uma avaliação elétrica criteriosa e este diagnóstico deve ser repetido a cada cinco anos. Além disso, é importante ficar de olho no comportamento dos eletrodomésticos, dos disjuntores e das tomadas. Se eles esquentam mais do que o normal, é sinal de que algo está errado. Se o disjuntor desliga a toda hora, também é indício de problemas.Foto: Getty Images
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    Executar as instalações de qualquer jeito
    Para evitar que os condutores aqueçam muito, há nos quadros de luz os disjuntores ou fusíveis. Obrigatórios, esses dispositivos desligam a instalação sempre que a temperatura nos condutores atinge valores perigosos, ao ponto de derreter e expor o cobre. Além disso, as emendas dos fios não podem estar dentro de eletrodutos, ou seja, devem estar sempre nas caixas de passagens e ser bem isoladas.Foto: Getty Images
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    Recorrer a eletricista amador
    Precisa fazer um check up da rede elétrica de sua casa ou mesmo aumentar a quantidade de tomadas para comportar novos equipamentos? Procure um eletricista e fuja do "faz tudo". E é sempre recomendável pegar referências prévias do profissional contratado: "Ter uma formação de eletricista no Senai é um bom indicador", recomenda o engenheiro Hilton Moreno.Foto: Getty Images
Fonte: Hilton Moreno, engenheiro eletricista e consultor do Programa da Casa Segura; Júlio Fonseca, engenheiro e diretor da Green Gold Engenharia Multidisciplinar; e Antônio Pinho, eletricista formado pelo Sen